quarta-feira, 25 de agosto de 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Como entender Cifras

Um dos grandes obstáculos para quem está começando a aprender a tocar violão ou guitarra é a Cifra, principalmente para aqueles que não tem o suporte de um professor.
Em primeiro lugar, precisamos entender o que é a cifra e para que serve.
Vamos imaginar que queremos aprender o acorde de DÓ MAIOR.
Como utilizamos a lingua portuguesa, escrevemos como acima: DÓ MAIOR.
Agora imagine um músico na Arábia, querendo escrever e aprender esse mesmo acorde. Ele vai escrever utilizando o alfabeto árabe. Se cada povo utilizasse somente sua lingua e seu alfabeto para representar os acordes, ficaria muito, mas muito complicado o intercâmbio de informações entre músicos de diferentes regiões.
Por isso, a necessidade de um “Alfabeto Musical”, uma “Linguagem Musical Universal”. Assim é a Cifra. Ela é um sitema de notação musical (escrita musical) adotada mundialmente, para facilitar a comunicação e a troca de informação entre músicos de diferentes regiões do planeta.

Na Cifra cada nota/acorde, passa a ser representada por uma letra.
Assim temos:
Dó = C
Ré = D
Mi = E
Fá = F
Sol = G
Lá = A
SI = B

Repare que se começarmos pela nota Lá, teremos a Cifra na seguinte ordem: A, B, C, D, E , F e G.
Como a nota Lá é a nota referência na afinação dos instrumentos, a Cifra foi criada tendo a nota Lá como ponto de partida.
Agora como escrevemos/representamos os Acordes em Cifra?
Simples! Quando o acorde for MAIOR, utilizamos somente a cifra correspondente ao acorde.
Ex.:
Dó Maior = C
Sol Maior = G
Mi Maior = E
Agora, quando o acorde for MENOR, utilizamos a Cifra correspondente ao acorde, seguido de um m, minúsculo.
Ex.:
Dó menor= Cm
Sol menor = Gm
Mi menor = Em

*esse m minúsculo não é referente à menor em português e sim a MINOR, em Inglês.

Quando temos acordes acidentados, escrevemos e lêmos na mesma ordem. Ex.:
Dó sustenido maior = C#
Dó sustenido menor = C#m
Si bemol maior = Bb
Lá bemol menor = Abm

As dissonâncias são representadas pelos números, correspondentes aos intervalos que elas representam. Um acorde de Dó maior com sétima menor será representado da seguinte forma: C7M
* Atenção! O sistema correto de Cifra é C7M e não C7+!!!

Um acorde do tipo C7/9 indica um acorde de Dó Maior com Sétima menor e Nona.
Importante é reparar se o intervalo é maior ou menor, se a sétima, sexta, nona etc, são maiores ou menores.
Agora, quando temos um acorde do tipo G/B, muito comum em diversas músicas temos um acorde de Sol Maior com o baixo em B.
Espero ter colaborado um pouco com estas exlicações. Lembrando que esta é uma explicação superficial. O ideal é ter o acompanhamento de um professor para aprender a matéria por completo.
Até a próxima! Saudações Sonoras!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

domingo, 27 de junho de 2010

Utilizando Simuladores

Saudações Sonoras!
Hoje vou dar uma dica para o pessoal que curte usar um simulador como o POD, V-AMP e outros.
Muitos dos meus alunos reclamam que não conseguem tirar um som bacana ao vivo com simuladores, utilizando um ampli junto, para dar potencia ao som.
Vejamos primeiro alguns pontos importantes:
Usando um simulador de ampli, você escolherá um modelo de ampli que lhe agradar. Essa simulação (desse ampli) terá, obrigatóriamente, uma seção pré, onde você irá regular a a quantidade de Drive, graves, médios, agudos etc.
Ora, se você já está utilizando um pré ( dentro da simulação) não vai ser um bom negócio você ligar a saída do simulador na entrada do seu amplificador.
O correto é você utilizar somente a seção POWER do seu ampli,ligando a saída do simulador no RETURN LOOP do seu ampli.
Preste atenão também aos efeitos utilizados no simulador.
Eu pessoalmente não curto compressores em timbres de drive. Evite delays nas bases, principalemnte as com Drive. Use de bom senso na hora de dosar os efeitos!
efeitos demais embolam o som!
Nada como um bom timbre rock and roll de drive seco e cru, estalando nos ouvidos.
Até a próxima!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Respiração!!!!

Saudações Sonoras!
Hoje quero dar uma dica aos amigos das seis cordas sobre um assunto que acho da maior importância na música e principalmente no fraseado da guitarra: a respiração!
Veja o exemplo da frase abaixo:
Hojeodiaamanheceuensolaradoebonitocomohátemposeunãovia!
Conseguiu entender? A frase estava clara, coesa e objetiva?
Pois é! Quando não respiramos (entenda-se também pausamos, pontuamos e etc) não conseguimos transmitir a mensagem com clareza e objetividade.
É comum quando estamos começando a improvisar despejarmos uma quantidade absurda de frases e notas nos esquecendo, na maioria das vezes, de respirarmos.
Todos os grandes mestres da guitarra e da música dominam com extrema habilidade a arte da respiração.
O silêncio valoriza o som!!!
Durante a construção de seus solos e durante seus improvisos, experimente trabalhar bem as pausas. Começe as frases no tempo 2 do compasso, ou então, não utilize o compasso inteiro com suas frases, deixe livre o compasso 4.
Vá testando várias pausas em diferentes pontos do compasso e com diferentes figuras de pausa. Com o tempo você irá perceber o quanto suas frases ficarão mais interessantes.
É a velha máxima de que "menos é mais"!
Pense no seu fraseado como linguagem. É necessário ser claro e articulado o suficiente para o que o ouvinte entenda o que queremos transmitir.
Não adianta dominar todas as técnicas de sweep, tapping, ligado e etc se na hora de frasear você não consegue ser claro e coeso.
Respire, respire, respire.....
Até a próxima.

domingo, 4 de abril de 2010

Entrevista programa Prosa e Verso - parte I

Modelo Tablatura


Vou deixar um modelo de tablatura em branco. Basta apenas salvar a imagem, imprimir e usar. Saudações Sonoras!!!

Música da banda Expresso Circular - Arranjos e produção - Pedro Carpinetti.

Como estudar???



Antes de tudo, ao inicar seus estudos de guitarra, violão, baixo e etc, alongue-se!!!
Tocar envolve musculatura e músculos precisam ser alongados antes e depois dos exercícios.
Começe com exercicios de aquecimento ( warm-up ). Pode ser o famoso 1-2-3-4 e suas variações ( por todo o braço do instrumento).
Depois parta para as escalas. Toque em padrões de tercina, colcheias e semi-colcheias.
Palhetada alternada e Ligado também devem ser treinados em diversos padrões.
Identifique seus pontos fortes e fracos. Trabalhe em dobro os pontos fracos. Por exemplo: Se você palheta bem, treine muito ligado, assim você terá muito mais opções na hora de solar/improvisar.
Separe seus treinos/estudos em : teória ( afinal estudar teoria é importante demais!!!) – técnica e improvisação.
Aplique o que você estudou/ aprendeu , improvisando sobre playbacks em diversas tonalidades.
Somente improvisando muito é que você vai descobrir seu estilos, aprender a criar belos solos e colocar a “mão na massa”.
Até a próxima! Saudações Sonoras!!!