sexta-feira, 1 de julho de 2011

Aulas Online!!

Olá pessoal!
Como tenho recebido vários emails e perguntas sobre as Aulas Online, vou dar aqui um toques de como funciona o sistema.
As aulas Online, são realizadas através do Skype, em tempo real. Não são video aulas.
São aulas normais, como nas presenciais. A vantagem desse sistema é que o aluno pode fazer aula em qualquer lugar do planeta. Veja alguns depoimentos de alunos meus.
As aulas são semanais com duração de 1h à 1h15. Todos os elementos são abordados: teoria, técnica, composição, harmonia, improvisação. Do básico ao avançado.
O material didático: apostila, backingtracks e etc eu forneço ao aluno.
As aulas são individualizadas para as necessidades de cada aluno.
Espero que tenha esclarecido um pouco como funciona o sistema de aula online e, para quem quer fazer aula é só entrar em contato.
Abraços.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Notas Alvo, aproximações diatônicas e cromáticas.

Quando estamos cosntruindo uma frase, seja improvisando ou compondo , além da divisão rítmica das frases e das técnicas básicas como bends, slides, vibratos e ligados, devemos ficar atento à outros elementos para que nosso fraseado não seja um amontoado de notas sem sentido.
Antes porém de falarmos das Notas Alvos e das aproximações, vale aqui fazer um parênteses e lembrar que: Melodia e Harmonia estão intimamente ligadas, são complementares uma da outra. Não dá pra frasear sem levar em consideração o acorde que está sendo tocado naquele instante!!!
Isso é muito importante para se realizar um bom solo!!!
Muitos comentem o erro de apenas achar o centro tonal da progressão e saem “cuspindo notas” a torto e a direito achando que estão “inside” só porque estão no tom.
Para que as nossas frases tenham sentido, transmitam alguma coisa e, principalmente, trabalhem a favor da música devemos levar em consideração a utilização das Notas Alvos para darmos um tempero a mais no nosso fraseado.
As Notas Alvo serão as Notas que fecharão a nossa frase, aquelas na qual iremos repousar, descansar, finalizar a frase. Já que são essas notas que possuem sonoridade mais marcante dentro de uma frase.
Vamos imaginar a seguinte situação: Um improviso que será feito sobre a sequência C7+ - F7+ e G7.
Analisando a sequencia de modo “Macro” podemos definir que a tonalidade está em C Maior Jônio ( Natural). Muito bem!
Mas se apenas tocarmos a escala de C Maior, ou as possíveis Pentatônicas e Arpejos sobre a sequência, nem todas as notas soarão bem, pois temos que pensar que quando tocamos, estamos tocando “sobre” uma harmonia e que essa harmonia afeta nossas frases e vice versa.
O primeiro passo para acharmos nosssas Notas Alvos é identificarmos as Tríades e Tétrades de cada acorde da sequência. Então temos:
C7+ ( C – E – G – B)
F7+ ( F – A – C – E )
G7 ( G – B – D – F)
Muito bem, para cada acorde temos 4 Notas Alvo básicas, pois podemos também utilizar as extensões diatônicas à tonalidade como Notas Alvos, dependendo do clima e da sonoridade que queremos na frase.
Se tocarmos as notas C – E – G e B sobre o Acorde de C7+, essas notas soarão bem , soarão “inside” com o Acorde, não irão causar nenhum tipo de choque ou conflito, já que as mesmas pertence à formação do acorde. O mesmo acontecendo com as respectivas Notas Alvos dos demais acordes.
Mas como fazemos para chegar à essas Notas Alvos, já que não adianta ficar tocando apenas 4 notas durante todo o compasso.
Para isso utilizamos as Aproximações.
As aproximações são o “caminho” que percorremos até chegar nas nossas Notas Alvo.
Por exemplo: Se eu escolhi o nota E como Nota Alvo para a primeira frase sobre o Acorde de C7+, eu posso chegar até essa nota de diferentes maneiras ou com diferentes “aproximações”.
As aproximações mais usadas são:
1- Aproximação Diatônica Ascendente
2- Aproximação Diatônica Descendente
3- Aproximação Mista
4- Aproximação Cromática
5- Aproximação por Graus Conjunstos e
6- Aproximação por Graus Disjuntos


1- Aproximação Diatônica Ascendente – Na aproximação Diatônica Ascendente podemos utilizar qualquer nota “anterior” ao E (nossa nota alvo), dentro da tonalidade de C Maior, como ponto de partida para fazermos a aproximação. Por exemplo: podemos tocar as notas G, A, B, C, D e finalizarmos no E. Com isso estamos nos “aproximando” ascendentemente e diatônicamente da nossa nota alvo (E).

2- Aproximação Diatônica Descendente – Nessa aproximação fazemos o caminho inverso. Ou seja, saimos de qualquer nota posterior ao E e “caminhamos” descendentemente até o E. Por exemplo: tocamos as notas B, A, G, F para finalizarmos no E.


3- Aproximação Diatônica Mista – Nessa aproximação podemos fazer o caminho ascendente e descendente para chegarmos a nossa nota alvo. Podemos por exemplo tocar as notas A, G, C, D, e finalizamos no E. Repare que no primeiro movimento “andamos de forma” descendente e no segundo de forma ascendente.

4- Aproximação Cromática – Na aproximação Cromática utilizamos o cromatismo para chegarmos a nossa nota Alvo. A aproximaçao Cromática também pode ser: Ascendente, Descendente e Mista.

5- Aproximação por Graus Conjuntos – Podemos nos aproximar de nossa Nota Alvo , utilizando graus conjuntos, notas imediatas umas às outras, na “sequência” uma das outras. Podemos tocar as notas G-A , A-B, B-C, C-D, D-E de forma Ascendente e também de forma descendente, C-B, B-A, A-G, G-F, F-E.

6- Aproximação por Graus Dijuntos – Graus Disjuntos, são notas que não são imediatas umas as outras, são notas que possuem um intervalo, distância, entre elas. Vale aqui lembrar que nessa categoria de Aproximação entram os Arpejos, já que todo Arpejo (Triade ou Tétrade) é formado pela sobreposição se Terças. Nessa categoria então podemos fazer a aproximação de forma ascendente e descendente, utliznado instervalos de Terça, Quinta, Sexta, Sétima, Nona e etc. Ao utilizrmos os intervalos como aproximação por Graus Disjuntos, devemos levar em considerção as “extensões” possíveis para cada acorde, ou seja, os intervalos ditônicos a cada acorde.
Quando tocamos um Acorde de C, sabemos que são “extensões” diatônicas desse acorde a 6°, a 7M, a 9°, a 11°, e a 13°, pois estas notas pertencem à tonalidade e ao Campo Harmonico de C Maior Natural. Se tocarmos uma 11#, pr exemplo, já sairemos da Tonalidade de C Maior Jônio para tocarmos um intervalo pertencente à tonalidade de C Lídio.

Por fim, quando contruindo uma frase, cada nota tocada deve ter um sentido, um “porque”. Assim conseguimos criar sonoridades interessantes e ricas em nosso improvisos e solos. E é muito importante que além de utilizarmos as Notas Alvo e as Aproximações não nos esqueçamos das demais “ferramentas” como a divisão rítmica, a respiração, bend, slide, vibrato, ligado , tapping, etc, etc, etc.

Até a próxima!!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Como entender Cifras

Um dos grandes obstáculos para quem está começando a aprender a tocar violão ou guitarra é a Cifra, principalmente para aqueles que não tem o suporte de um professor.
Em primeiro lugar, precisamos entender o que é a cifra e para que serve.
Vamos imaginar que queremos aprender o acorde de DÓ MAIOR.
Como utilizamos a lingua portuguesa, escrevemos como acima: DÓ MAIOR.
Agora imagine um músico na Arábia, querendo escrever e aprender esse mesmo acorde. Ele vai escrever utilizando o alfabeto árabe. Se cada povo utilizasse somente sua lingua e seu alfabeto para representar os acordes, ficaria muito, mas muito complicado o intercâmbio de informações entre músicos de diferentes regiões.
Por isso, a necessidade de um “Alfabeto Musical”, uma “Linguagem Musical Universal”. Assim é a Cifra. Ela é um sitema de notação musical (escrita musical) adotada mundialmente, para facilitar a comunicação e a troca de informação entre músicos de diferentes regiões do planeta.

Na Cifra cada nota/acorde, passa a ser representada por uma letra.
Assim temos:
Dó = C
Ré = D
Mi = E
Fá = F
Sol = G
Lá = A
SI = B

Repare que se começarmos pela nota Lá, teremos a Cifra na seguinte ordem: A, B, C, D, E , F e G.
Como a nota Lá é a nota referência na afinação dos instrumentos, a Cifra foi criada tendo a nota Lá como ponto de partida.
Agora como escrevemos/representamos os Acordes em Cifra?
Simples! Quando o acorde for MAIOR, utilizamos somente a cifra correspondente ao acorde.
Ex.:
Dó Maior = C
Sol Maior = G
Mi Maior = E
Agora, quando o acorde for MENOR, utilizamos a Cifra correspondente ao acorde, seguido de um m, minúsculo.
Ex.:
Dó menor= Cm
Sol menor = Gm
Mi menor = Em

*esse m minúsculo não é referente à menor em português e sim a MINOR, em Inglês.

Quando temos acordes acidentados, escrevemos e lêmos na mesma ordem. Ex.:
Dó sustenido maior = C#
Dó sustenido menor = C#m
Si bemol maior = Bb
Lá bemol menor = Abm

As dissonâncias são representadas pelos números, correspondentes aos intervalos que elas representam. Um acorde de Dó maior com sétima menor será representado da seguinte forma: C7M
* Atenção! O sistema correto de Cifra é C7M e não C7+!!!

Um acorde do tipo C7/9 indica um acorde de Dó Maior com Sétima menor e Nona.
Importante é reparar se o intervalo é maior ou menor, se a sétima, sexta, nona etc, são maiores ou menores.
Agora, quando temos um acorde do tipo G/B, muito comum em diversas músicas temos um acorde de Sol Maior com o baixo em B.
Espero ter colaborado um pouco com estas exlicações. Lembrando que esta é uma explicação superficial. O ideal é ter o acompanhamento de um professor para aprender a matéria por completo.
Até a próxima! Saudações Sonoras!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Plugins VST Free

Pra galera ligada em gravação aí vai uma dica de dois sites com vários plugins VST Free.
Alguns tem uma sonoridade bem interessante.

http://www.audiomastermind.com/browse-free_vst_plugins-5886988-1.html

http://www.vstplanet.com/

Até a proxima!

domingo, 27 de junho de 2010

Utilizando Simuladores

Saudações Sonoras!
Hoje vou dar uma dica para o pessoal que curte usar um simulador como o POD, V-AMP e outros.
Muitos dos meus alunos reclamam que não conseguem tirar um som bacana ao vivo com simuladores, utilizando um ampli junto, para dar potencia ao som.
Vejamos primeiro alguns pontos importantes:
Usando um simulador de ampli, você escolherá um modelo de ampli que lhe agradar. Essa simulação (desse ampli) terá, obrigatóriamente, uma seção pré, onde você irá regular a a quantidade de Drive, graves, médios, agudos etc.
Ora, se você já está utilizando um pré ( dentro da simulação) não vai ser um bom negócio você ligar a saída do simulador na entrada do seu amplificador.
O correto é você utilizar somente a seção POWER do seu ampli,ligando a saída do simulador no RETURN LOOP do seu ampli.
Preste atenão também aos efeitos utilizados no simulador.
Eu pessoalmente não curto compressores em timbres de drive. Evite delays nas bases, principalemnte as com Drive. Use de bom senso na hora de dosar os efeitos!
efeitos demais embolam o som!
Nada como um bom timbre rock and roll de drive seco e cru, estalando nos ouvidos.
Até a próxima!